Archive for Outubro 2012

Veja a época em que 1 TB equivalia ao tamanho de uma geladeira


Veja a época em que 1 TB equivalia ao tamanho de uma geladeiraIBM RAMAC 350, o primeiro disco rígido do mundo (Fonte da imagem: Reprodução/RAMAC Restoration Website)
Hoje em dia, armazenamento de dados é certamente o menor de seus problemas no que diz respeito a sua vida digital. Além de poder apelar para servidores na nuvem como o Dropbox ou Google Drive, você pode perfeitamente andar por aí com 128 GB no seu bolso – em um pendrive – ou até mesmo 1 TB em sua mochila – em discos rígidos externos.
Porém, as coisas nem sempre funcionaram assim. Acredite ou não, houve uma época que caso você quisesse ter 1 TB em arquivos no seu computador, você precisaria, no mínimo, reservar boa parte do seu quarto para acomodar o HD. Mobilidade? Nem pensar, a menos que você tivesse plenas condições de utilizar um caminhão ou carreta para transportar toneladas de discos amontoados.
Veja abaixo alguns “antecessores” dos HDs que conhecemos hoje e confirme que nós não estamos exagerando.
Veja a época em que 1 TB equivalia ao tamanho de uma geladeira 
(Fonte da imagem: Reprodução/Pingdon)

IBM RAMAC 350

O grandão da foto acima é o IBM Model 350, o primeiro disco rígido do mundo, apresentado em 1956. Ele era composto por nada menos do que 50 discos de 61 cm cada um. Juntos, esses discos podiam armazenar cerca de 4,4 MB de arquivos, e a velocidade de transferência era de apenas 8,8 mil caracteres por segundo.
Como é possível notar, o transporte desse aparelho desengonçado não era nada fácil, assim como seu acomodamento. Imagina quantos desses seriam necessários para guardar todos os seus arquivos?
Veja a época em que 1 TB equivalia ao tamanho de uma geladeira (
Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Foundation)

Dysan Removable Disk Pack

Um pouco menor, mas ainda longe do que estamos acostumados, o Dysan Removable Disk Pack (1970) trazia 11 discos de 35,5 cm cada e conseguia armazenar um total de 200 MB. Isso quer dizer que, para completar 1 GB, seriam necessários pelo menos sete unidades deste disco.
E sim, você está fazendo as contas certas: como 1 TB equivale a 1024 GB, você precisaria de 7168 unidades do Dysan para armazenar todas aquelas fotos, músicas, vídeos e jogos que estão aí no seu PC. Pensando bem, um cômodo ainda é pouco espaço, não concorda?

IBM 3380

Veja a época em que 1 TB equivalia ao tamanho de uma geladeira 
(Fonte da imagem: Reprodução/IBM Archives)
Já o aparelho mostrado na imagem acima é o IBM 3380, o primeiro HD com armazenamento em gigabytes da história, lançado em 1980. Esse “monstro” tinha o tamanho de uma geladeira, pesava aproximadamente 250 kg, custava US$ 40 mil e armazenava 2,52 GB.
Fazendo as contas, podemos concluir que seriam precisos “apenas” 407 unidades do IBM 3380 para atingirmos 1 TB (1024 GB), provavelmente sendo necessário um enorme salão para acomodar tudo isso. Melhor nem pensar muito no preço final de toda essa compra...
.....
Após voltar no tempo e ver como era difícil armazenar meros 200 MB, é fácil parar de reclamar do peso daquele HD portátil na mochila, não é mesmo?

Fonte: Tecmundo
23 de outubro de 2012

Promoção Especial para professores no mês de outubro

Parabéns professor pelo seu dia! Você tem em suas mãos o poder de transformar o mundo. No mês de outubro professor tem desconto especial na Hands On. Confira!



11 de outubro de 2012

Brasil perde oportunidades por falta de domínio do inglês, diz especialista



"Para coordenadora da PUC, fluência no idioma só se adquire com o tempo."

Apesar de o número de pessoas estudando inglês no Brasil ter crescido, o domínio do idioma ainda deixa a desejar, segundo especialistas e pesquisas na área. "Várias oportunidades foram perdidas pelo Brasil por falta de profissionais com
domínio do inglês", afirma Rone Costa, gerente de desenvolvimento da Cambridge ESOL Examinations no Brasil. "Eram empresas que tinham projetos no país, mas acabaram optando pela Costa Rica e Argentina para levar projetos para lá por falta de mão-de-obra qualificada."

Em se tratando de fluência, o Brasil atualmente perde para cinco países da América Latina no índice mundial de proficiência em inglês feito pela Education First (EF). Entre 2007 e 2009, mais de 2 milhões de estudantes de inglês de 44 países foram avaliados, e os brasileiros ficaram na 31ª posição, no limite entre as categorias "proficiência baixa" e "proficiência muito baixa". O Brasil perdeu para Argentina, México, Costa Rica, Guatemala e El Salvador, além de Malásia e Arábia Saudita.

A educação em geral vem ocupando cada vez mais espaço no orçamento das famílias. De acordo com a pesquisa do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (FIA), as intenções de gastos da classe C paulista com educação, no segundo trimestre deste ano, foi de 21,8% da renda familiar. A porcentagem superou todos os outros gastos, inclusive a alimentação.

  • Atendimento aos estrangeiros
Além da inclusão recente de parte da sociedade a serviços antes oferecidos para uma minoria, a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 fizeram do Brasil um palco de eventos internacionais. O mercado de turismo, porém, se deparou com profissionais sem capacitação para receber a quantidade de estrangeiros que deve desembarcar no país nos próximos anos.

  • Tendências
O futuro do ensino de idiomas tende a ser cada vez mais personalizado às necessidades específicas de cada alunos, segundo um estudo da Fundação Internacional para Pesquisa sobre o Ensino de Língua Inglesa (Tirf, na sigla em inglês) divulgado na última quarta-feira (11) no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo.

Os dados da pesquisa, levantados em 20 países, inclusive no Brasil, apontam para a "crescente especificação e personalização no ensino de inglês", além do uso de recursos multimídia e ferramentas on-line para complementar o aprendizado e da integração da formação linguística e profissional, no caso de trabalhadores imigrantes.

A disciplina de língua estrangeira já é obrigatória em todas as escolas brasileiras que oferecem a partir do quinto ano do fundamental desde 1996. A diferença das aulas de inglês dadas atualmente nas 69.381 escolas que optaram por oferecer o inglês como língua estrangeira (ou 47,4% do total de 146.241 escolas, segundo o Censo da Educação Básica) é, de acordo com a coordenadora da PUC, fazer com que a aprendizagem não sirva apenas para passar no vestibular, mas" para fazer algo de comunicação real com a língua inglesa".

Fonte: g1.globo.com
5 de outubro de 2012

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