Archive for Outubro 2014

Veja como redigir uma boa redação no ENEM


A redação é uma das provas mais temidas do ENEM e vale 1.000 pontos. São apenas 30 linhas para colocar no papel, mas o estresse é imenso. Na hora de avaliar o desempenho, cinco elementos estão em jogo: respeitar a gramática, não fugir do tema, fundamentar os argumentos, unir as ideias de forma lógica e apontar uma solução.
Muitos candidatos perdem pontos por causa de textos sem nexo. Veja o exemplo de duas redações do Enem de 2012 sobre “movimento migratório”:
- “Com o crescimento econômico do Brasil, ele se torna o centro dos holofotes, não somente de investidores e do capital internacional, mas também de imigrantes de países pobres que vêem aqui a chance de recomeçar”. O autor tratou o assunto de forma crítica e objetiva do início ao fim e tirou nota máxima.
- “São inúmeros os casos na história do Brasil em que valida-se a máxima ‘a união faz a força’”. O texto é genérico e superficial. Em nenhum momento o autor usou a palavra migração. Ele tirou 520 pontos.
Desde a criação do Enem, em 1998, a redação aborda temas da atualidade. Ler jornais e revistas com assuntos que são destaques no Brasil e no mundo ajuda muito a iluminar os pensamentos, para que as ideias apareçam e façam sentido dentro do texto.
O professor Diego Amorim diz que o candidato tem que montar um plano de redação. Ele deve começar a escrever pela parte mais difícil: o desenvolvimento da argumentação. “Ele vai ler o tema e jogar as ideias no papel. Depois organizar as ideias em pontos específicos. Causa, consequência, pontos positivos, negativos, antes e depois”, explica Diego.
A introdução deve ficar para o fim. “Ele não sabe o que escrever na introdução porque ele não tem o texto pronto”.
Saber administrar o tempo é fundamental. O candidato deve começar a prova pela redação. O ideal é fazer o rascunho em 40 minutos. Depois ele deve responder as questões das demais disciplinas, em até quatro horas, e reservar os últimos vinte minutos para finalizar a redação – passar o texto a limpo e checar se todas as exigências foram cumpridas.
Fonte: G1
30 de outubro de 2014

Vício em internet pode estar afetando quase 16% dos jovens


Conforme informações divulgadas pela Digital Clarity, um grande número de pessoas pode estar sofrendo de transtornos de vício em internet. O estudo foi realizado com 1.300 jovens com idades entre 18 e 25 anos.

Os dados da pesquisa revelam que 16% das pessoas analisadas apresentaram sintomas do problema, como gastar longas horas em atividades na internet.

Além disso, a desordem também faz com que os afetados sintam euforia nos momentos em que estão on-line e depressão e pânico quando estão longe dos aparelhos que proporcionam o acesso.

Deixando a vida de lado

Isolar-se dos amigos e da família e dar preferência às atividades na web, deixando o “mundo real” em segundo plano, também são sintomas recorrentes.

Malissa Scott é uma testemunha cuja declaração exemplifica perfeitamente o vício em internet: “Eu estou on-line na maior parte do tempo em que estou acordada e me sinto enjoada e deprimida se perder meu acesso à internet. Eu sei que tudo saiu do controle nos últimos 12 meses e definitivamente afetou minha relação com meus amigos e familiares”.

Difícil de classificar

Estudos anteriores sugeriram que o termo “vício em internet” seria muito genérico e não englobaria corretamente todos os cenários que geralmente são vistos, como jogar de maneira excessiva ou assistir a pornografia descontroladamente.

Além do mais, no American Psychiatric Association’s Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, manual de referência usado por psiquiatras nos Estados Unidos, o vício em internet ainda não consta como um tópico, revelando que o problema ainda precisa de mais atenção e estudos.

Fonte: Tecmundo
20 de outubro de 2014

Venda irregular de iPhone6 no Brasil

Os smartphones iPhone 6 e iPhone 6 Plus foram lançados pela Apple e começaram a ser vendidos em setembro em 10 países, um grupo que recebeu mais 20 países, mas que ainda não inclui o Brasil. Mesmo assim, quem acessava o site de uma grande rede com vendas pela internet encontrava os novos smartphones por preços que variavam de R$ 3.699 a R$ 5.746.
Walmart começa a vender no Brasil iPhone 6 e iPhone 6 Plus, que ainda não foram autorizados pela Anatel. (Foto: Reprodução/Walmart.com)
A rede não informou quantos aparelhos já haviam sido vendidos. Foram identificadas no entanto 14 ofertas na loja eletrônica da varejista norte-americana. Duas das versões dos novos iPhones (o 6 e o 6 Plus na cor preta) já haviam esgotado, segundo sinalizava o site.
A promoção ocorre ainda que a comercialização dos celulares não tenha sido autorizada pela Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel). A venda de produtos de radiofrequência não é permitida no Brasil sem a homologação emitida pela agência. Foram liberados, por enquanto, apenas componentes dos novos dispositivos da Apple, como baterias. A comercialização de aparelhos nessa condição, considerados "piratas", pode render multa de R$ 3 milhões.
Nos Estados Unidos, os preços partem de US$ 649 o iPhone 6 (16 GB) e US$ 749, o iPhone 6 Plus (16 GB).
A Anatel informa que pessoas ou empresas flagradas vendendo aparelhos sem homologação podem ter os dispositivos apreendidos e serem multados em valores que variam de R$ 100 mil a R$ 3 milhões, dependendo do poder econômico do agente. O primeiro passo, porém, é a instauração de um processo administrativo. Ao final dele, decide-se a sanção adequada. Contatada, a loja informou que a página seria retirada do ar. Em nota enviada, a varejista informa que os produtos eram oferecidos por outro vendedor, já que sua loja eletrônica opera como um “marketplace” (tipo de comércio virtual que reúne diversos lojistas em um mesmo canal).
Fonte: G1
14 de outubro de 2014

Siga por Email

Postagens Populares

Tecnologia do Blogger.

- Copyright © 2013 Blog da Hands On Formação Profissional -Metrominimalist- Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan -